• Emilie Andrade

Histórias na Barriga



O ato de contar e ouvir histórias nasceu com o homem para dar conta de várias necessidades: tentar compreender fenômenos naturais, passar a frente ensinamentos e tradições, relatar acontecimentos cotidianos e, especialmente, celebrar. Entre culturas e povos, comunidades inteiras, entre gerações, com ou sem laços familiares. Então, por que não celebrar a chegada de um bebê compartilhando histórias?

As histórias a serem contadas são pensadas a partir de uma boa conversa com a gestante para saber os assuntos que mais a interessam ou um elemento específico que ela queira que esteja presente nas histórias. Ou também pode ser tudo uma surpresa! Penso que o humor, a delicadeza e o afeto são essenciais.

COMO TUDO COMEÇOU…

A irmã de uma grande amiga, a mãe da Maitê, quem me convidou para contar histórias no seu Chá de Bebê. Escrevi sobre esse dia aqui. Fiquei nervosa! Uma mulher grávida reúne em si a maior das delicadezas e a maior das forças… Ai, ai, e se ela não gostar?

Respirei fundo, escolhi algumas histórias, duvidei das minhas escolhas, encontrei algumas certezas. Depois, achei que era essencial que os contos fossem acompanhados por música e convidei uma amiga querida, a Malu Hatum, e seguimos as duas, um pouco nervosas, mas muito felizes.

Foi uma tarde tão especial que me botou a pensar que esse é um jeito bem bonito de reunir duas ações inerentes aos seres humanos, mas que andam um pouco escondidas debaixo de tantas coisas que a gente precisa dar conta nessa loucura de cidade grande: as histórias e os ritos. Contar histórias pode ser (de novo) um ritual de celebração e passagem. E olha que gostei dessa história!

E, SE VOCÊ QUISER, ELAS VÃO JUNTO PARA FICAR AINDA MAIS BONITO:

Malu Hatum (música)

Formada em Psicologia-USP; pós-graduada em Arte Integrativa – Universidade Anhembi Morumbi e na Tecnica Klauss Vianna – PUC SP. Malu, estudou canto lírico na Fundação das Artes de São Caetano do Sul. Uma das idealizadoras e produtoras do Festival Baixo Centro. Trabalhou no Centro Cultural da Caixa de São Paulo durante quase 10 anos com projetos artísticos de todas as linguagens e entre 2009 e 2010 coordenou o Setor Educativo. Me acompanha nas histórias que conto por aí. Sua voz é uma das mais bonitas que eu já ouvi.

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Xica Lima (fotografia)

Pernambucana da Serra Talhada e fotógrafa desde 2000. Graduada em Artes Visuais pela Unicsul em São Paulo. É apaixonada por fotografia Pinhole e ministra várias oficinas e cursos dessa técnica. Desde 2007, fundou com outros parceiros o grupo de fotógrafos UMCERTOOLHAR. Fotografa eventos, casamentos e partos. Dona de um olhar de passarinho que transforma as coisas em poesia.

Quer compartilhar histórias no seu chá de bebê? Me escreve.


#Históriasnabarriga #chádebebê #maternidade #ritosmodernos

Um jeito de começar a se aproximar das histórias é cuidar da sua própria. Quer experimentar?

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"ÁRVORE DA VIDA.

 

Emilie Andrade / Brasil / 55 16 98220-4398

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Além de artista da palavra, sou estudiosa e facilitadora de práticas narrativas. Uma metodologia que acompanha pessoas e organizações na re-autoria das próprias narrativas.

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