• Emilie Andrade

Era uma vez um chá de bebê


Há alguns finais de semana fui contar histórias em um chá de bebê. A irmã de uma grande amiga quem me convidou. Fiquei nervosa! Uma mulher grávida reúne em si a maior das delicadezas e a maior das forças. Os sonhos que se inventa para quando se encontrarem os olhos da mãe com os olhos do bebê… Ai, ai, e se ela não gostar? pensei.

Respirei fundo, escolhi algumas histórias, duvidei das minhas escolhas, encontrei algumas certezas. Depois, achei que era essencial que os contos fossem acompanhados por música e convidei uma amiga querida, dona de uma voz que faz sorrirem os ouvidos, a Malu Hatum, e seguimos as duas, um pouco nervosas, mas muito felizes.

Foi uma tarde tão especial que me botou a pensar que esse é um jeito bem bonito de reunir duas ações inerentes aos seres humanos, mas que andam um pouco escondidas debaixo de tantas coisas que a gente precisa dar conta: as histórias e os ritos. E se a gente voltar a contar histórias como um ritual de celebração e passagem nas celebrações ao longo da vida?

Olha que gostei desse história! Estou elaborando, pensando, organizando e logo mais vou jogar para o mundo esse novo trabalho: contar histórias pelos chás de bebês da cidade. Vai ser uma delícia! Avisem as amigas grávidas!

Nós, adultos, mesmo sem saber disso, precisamos tanto das histórias e a oportunidade de contá-las em um momento tão especial quanto a celebração da chegada de uma nova vida foi um presente! Um presentão. Obrigada Ana! Agradeço muito pelo convite e quero mais.

Olha a mensagem que ela me escreveu depois:

Momento único e mágico. Realmente, Emilie, foi com total encantamento que vivenciei essa experiencia, eu e várias amigas presentes. Foi o toque de ouro para um momento muito especial que estávamos vivendo. Contar histórias é dar aos outros a chance de experimentar novos caminhos, mais lúdicos e sensíveis, e isso você sabe fazer excepcionalmente bem. Muito obrigada por dividir seu dom conosco, e nos proporcionar, a mim e às minhas amigas, uma deliciosa viagem. Beijo grande, Ana Paula





#chádebebê #maternidade #ritosmodernos #Históriasnabarriga

Um jeito de começar a se aproximar das histórias é cuidar da sua própria. Quer experimentar?

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"ÁRVORE DA VIDA.

 

Emilie Andrade / Brasil / 55 16 98220-4398

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Além de artista da palavra, sou estudiosa e facilitadora de práticas narrativas. Uma metodologia que acompanha pessoas e organizações na re-autoria das próprias narrativas.

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